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piseoga:
Could you show this message to your followers?? :/ my dash is REALLY deade and im following back everyone who follows me in the next 30min.. Please!! Thanks :3>
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Mas essa é a realidade: não quero ser cool. Não quero ser intelectual. Não quero ser moderna. Não quero ser descolada. Não quero ser capa de revista. Não quero estar na moda. Não quero ser escritora com nariz em pé. Não quero ser Oh. Não quero ser nada disso. Quero uma vida simples. Ler, escrever e ser lida. Amar e ser amada. Trabalhar, pagar as contas, viajar e me divertir. Estar com quem eu gosto. Não fazer tipo, poder sair com a minha cara - e o que me resta de coragem - pelo mundo afora. E se tiver um pouco de glamour sobrando, pode me dar, eu aceito. Com duas pedrinhas de gelo, por favor.
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─ Diz a lenda que os espelhos refletem a alma de quem os olha. É por isso que os povos primitivos têm medo de espelhos; temem que suas almas fiquem presas e sejam roubadas. Assim, minha espécie não deveria ter reflexo.. Porque não temos alma.
Lentamente, ele estendeu a mão para o retrovisor e o virou para baixo, ajustando para que Elena pudesse olhar. No vidro prateado, ela viu os olhos dele, perdidos, assombrados e infinitamente tristes.
Não havia nada a fazer a não ser abraçá-lo, e foi o que Elena fez.
─ Eu te amo ─ ela sussurou. Era o único conforto que podia oferecer. Era tudo o que eles tinham.
Os braços de Stefan se entreitaram em volta de Elena; o rosto dele foi enterrado no cabelo dela.
─ Você é o espelho ─ sussurou ele.
Era bom senti-lo relaxar, a tensão se esvaiando de seu corpo enquanto o calor e o conforto o inundavam. Ela também ficou reconfortada, inundada por uma sensação de paz, cercada por ela.
Era tão bom que ela só se lembrou de perguntar o que ele queria dizer quando os dois estavam na porta da casa de Elena, despedindo-se.
─ Eu sou o espelho? ─ disse ela então, olhando pra ele.
─ Você roubou minha alma ─ disse ele.
— Diários do Vampiro - O Confronto.
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Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas. Fácil é ditar regras. Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
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As relações são muito frágeis. As amizades, mesmo longas e firmes, são muito frágeis. O amor, por mais forte que seja, é muito frágil. Porque todo mundo se magoa, se fere, se atinge. Mesmo sem querer. Mas o que importa é o que a gente faz com isso, como a gente lida com a situação. O que importa é a gente querer fortalecer as coisas. Com clareza, maturidade e entendendo que não existe lado A ou B: todo mundo está do mesmo lado.